O Goiás enfrentou o Vila Nova, na tarde deste sábado, 25, pela décima segunda rodada da Série B. A partida terminou empatada em 1×1, com o gol de empate do Vila Nova sendo marcado aos 49 minutos do segundo tempo.

Léo Condé, técnico esmeraldino, avaliou o jogo como equilibrado, mas admitiu que faltou mais capricho por parte do Verdão. “O Vila, no meu entendimento, teve mais volume de jogo, mas em termos de chances claras de gol, foi equilibrado. Faltou um capricho maior (do Goiás), mas, de modo geral, não foi uma partida dentro daquilo que eu quero”.

O comandante admitiu as limitações da equipe, mas acredita que a grande sequência de jogos influencia no posicionamento e rendimento da equipe. Ele declarou que precisa de um tempo maior de treinamento para fazer os ajustas necessários.

“Pela sequência de jogos num curto espaço de tempo, hoje completou o décimo sexto dia que eu estou à frente do Goiás e completamos a quarta partida, então é difícil. Alguns ajustes que eu quero fazer, eu preciso de uma semana aberta”, afirmou Condé.

Sobre a polêmica arbitragem de Marielson Alves, o técnico não quis opinar e declarou que isso é papel da diretoria esmeraldina. “Essa parte de arbitragem, quem tem que analisar é a direção do clube, mas pelo que nos passaram, foi um lance decisivo, a gente poderia sair com três, quatro jogadores em condição de fazer o gol”, ressaltou.

Apesar do gostinho de derrota, Léo achou o resultado justo pelo equilíbrio e disputa da partida. “No todo, eu acho que o resultado foi justo, pelo que o Vila Nova também apresentou. O jogo se alternou muito, teve momentos em que o Vila foi melhor, teve momentos em que o Goiás foi melhor”, declarou o treinador.