Trabalhadores do Serviço Móvel de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizaram assembleia geral na Câmara Municipal de Goiânia nesta quinta-feira (16). No encontro, os servidores decidiram entrar em greve.
A categoria cobra da Prefeitura de Goiânia melhores condições de trabalho e reajuste salarial. “Ele {prefeito} simplesmente não está cumprindo a lei. Se ele voltar a cumprir a lei nós voltamos ao trabalho”, explica Max Nascimento – representante dos técnicos de enfermagem do Samu. Durante a greve, apenas 30% dos servidores irão trabalhar.
Em greve, servidores municipais protestam no Centro de Goiânia
Em Goiânia, o Samu conta com 17 viaturas, sendo 13 com apenas motorista e enfermeiro e outras quatro com motorista, médico e enfermeiro – Unidade de Suporte Avançado (USA).
A intenção dos grevistas é manter o atendimento à população com apenas as quatro USA. “A intenção do Sindsaúde não é deixar a saúde sem nenhum tipo de assistência. O que queremos é fazer uso de um direito constitucional que é o direito de greve”, destaca o advogado do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde do Estado de Goiás,Roberto Gomes Ferreira.






