A cidade está fervendo e o fato é que a temperatura aumenta a cada ano. Felizmente, a sociedade civil organizada e a população reagem enquanto há tempo. É um sucesso de público a campanha “Quero uma cidade menos quente e com mais árvores”. A ela têm aderido pessoas simples do povo e órgãos governamentais do Estado e de municípios, pois o ar é quente em Goiânia e o interior tem o clima do Saara. Era preciso fazer alguma coisa para conter o calor nas zonas urbanas e ela foi feita pela Rede Clube de Comunicação e o Diário da Manhã.
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Entre uma chuva e outra, o calor é infernal. Nos meses de seca, a temperatura atinge índices alarmantes. Para se refrescar, alguns se contentam com o ar-condicionado dos carros, das casas, das empresas. O ar-condicionado foi uma grande invenção e se popularizou, pois os preços caíram e estão funcionais, portáteis e gastando menos energia. No entanto, nada substitui o ar livre, que aliás não está livre coisa nenhuma, falta umidade, sobra poluição. O ar não é o vazio absoluto, vazio absoluto é a cabeça de quem encheu o cofre com a derrubada das árvores e com as construções dentro de nascentes. A campanha “Quero uma cidade menos quente e com mais árvores” supre a primeira necessidade. A segunda, só com trator, dinamite e honestidade total nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Ou seja, vamos cuidar da primeira causa que a segunda está perdida.
A tecnologia se aprimorou, mas continua a existir apenas uma maneira de nos livrar do mal, é a árvore. Ainda bem que a prefeitura da Capital entrou na campanha “Quero uma cidade menos quente e com mais árvores”. O governo estadual também participa através da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e da Delegacia do Meio Ambiente. Então, parabéns aos nossos parceiros Diário da Manhã, Interdrogas, Semarh, Comurg, Rotary Club, Dema, Amma e prefeitura de Inhumas. E que essa lista continue aumentando.







