O deputado federal João Campos (PSDB-GO) disse que desistiu de se candidatar à prefeitura de Goiânia por achar que iria se “machucar” no processo como aconteceu em 2012.
“Eu desejei colocar meu nome para prefeito de Goiânia, assim como fiz em 2012, quando entendi que meu nome era o natural. Eu conversei com o governador Marconi e como todos os partidos da base, todavia, o desfecho do processo não pareceu adequado, e eu terminei machucado. Desta vez, eu achei que poderia ser machucado de novo e optei por não colocar meu nome,” explica.
Ouça a entrevista completa de João Campos:
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João Campos também afirmou que foi sondado para disputar a prefeitura de Aparecida de Goiânia, mas que também achou que não seria interessante neste momento.
Eleições 2016
O deputado federal Giuseppe Vecci e o vereador Anselmo Pereira polarizam a disputa para a definição de quem vai ser o candidato do PSDB em Goiânia. João Campos não toma partido e não revela quem apoia neste processo.
O parlamentar goiano apenas cita que o colega de Congresso Nacional está fazendo um trabalho árduo para manter contato com todos os filiados do diretório Metropolitano do partido, que vão escolher o candidato em prévia agendada para o próximo dia 21. Ele diz que não sabe se o vereador goianiense está trabalhando com o mesmo afinco.
Em relação a escolha do novo presidente da Comissão Provisória do PSDB de Aparecida de Goiânia, João Campos afirma que a decisão deve ser tomada nesta sexta-feira (12). Ele e o deputado federal Fábio Sousa escolherão o sucessor de Allison Cabral, que deixou o cargo após o anúncio de que o delegado Waldir Soares vai deixar o partido. Ele era indicado do deputado federal mais votado de Goiás em 2014.
Brasília
A intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF) no processo de Impeachment da presidente Dilma Rousseff invabilizou a ação. Este é o entendimento de João Campos.
“A intervenção do STF praticamente inviabilizou. O supremo interviu em algo que é de competência exclusiva do Legislativo. A intervenção beneficiou a Dilma, estabelecendo um novo procedimento onde qualquer processo de Impeachment fica inviável. Eu acho que nós tínhamos uma razoável possibilidade do Impeachment. Agora, a chance é praticamente zero,” opina.
O deputado goiano é favorável ao afastamento do deputado Eduardo Cunha da presidência da Câmara. Segundo ele, seria positivo para a Casa a saída do peemedebista do cargo. “A posição dele gera constrangimento para a Casa,” diz.
João Campos diz ainda que não acredita na aprovação da CPMF. Ele diz que a medida não tem apoio na Oposição e nem mesmo da maioria da base do governo na Câmara.











