“Acho que o partido não precisa ficar se preocupando com esse tipo de situação. O Thiago é um deputado federal do partido, e aceitou um convite para participar de um outro governo, mas com a intenção de ajudar o Estado e o povo, e eu entendo que isso não deveria ser nem motivo para estar nas manchetes de jornais, rádio e televisão”, declarou Maguito.
“Isso é um problema que o partido tinha que reunir internamente, resolver, decidir, sem estar discutindo publicamente”, emendou o prefeito de Aparecida. O ex-governador acredita que uma possível expulsão de Peixoto da legenda seria uma atitude radical. Maguito defendeu outros rumos que o PMDB deve tomar, ao invés de se preocupar com a situação envolvendo Thiago.
“Seria muito dura (a expulsão), e não é essa a tática do nosso partido, não é essa a tradição do nosso partido, estar expulsando companheiros. O que o nosso partido tem que fazer é filiar mais pessoas, fortalecer o partido, criar mecanismos de ter mais lideranças no partido, jovens, mulheres, homens, adultos, enfim, o partido tem que procurar se fortalecer, e não enfraquecer os seus quadros”, disse Maguito Vilela.
Parceria com Marconi
O prefeito de Aparecida de Goiânia também comentou sobre a relação atual com o governador Marconi Perillo (PSDB). Maguito ressaltou que atualmente as duas administrações tem se entendido bem e, por enquanto, negou qualquer parceria política com Marconi.
“A parceria administrativa está sendo feita. A parceria política eu acho que depende muito do futuro, de confiança. Nós não podemos nunca prever agora nesse momento parceria política. Nós temos que fazer parcerias administrativas. As parcerias políticas acontecem, mas desde que os partidos confiem um no outro, as lideranças, isso passa por um tempo de maturação”, disse.













