A equipe do Vila Nova voltou aos treinamentos nesta segunda-feira, 03, no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga com uma ausência na sede do clube. O monumento que ficava no estacionamento do estádio, produzido pelo artista plástico Siron Franco, foi incendiado.
Segundo a empresa que faz a segurança do estádio, o fato ocorreu no último sábado, e foi relatado no livro de ocorrências da portaria do OBA. Segundo o relato, o diretor de patrimônio do clube, José Martinez, seria o responsável por ter ateado fogo na obra, com ordens do presidente.
O Vila Nova divulgou nota de esclarecimento informando que a queima do monumento não tem ligação com o presidente Sizenando Ferro e que não há indícios de que José Martinez seja o responsável pelo fato. A nota informa ainda que o clube está apurando o caso, e tomará as medidas cabíveis.
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O conselheiro e diretor de patrimônio do clube, José Martinez, negou que tenha sido responsável pelo ato. Ele afirmou que o madeira, principal suporte para a obra, estava seca e, por ser constituída de ferragem, poderia se incendiar com o atrito entre os elementos que compõem o monumento.
“Quando me chamaram a árvore estava pegando fogo e nós não conseguimos nada para apagar. Quanto mais jogávamos água, mais o fogo se alastrava”, alegou, em entrevista à Rádio 730.
De acordo com o diretor de patrimônio, o símbolo não era bem quisto entre muitos vilanovenses. “Não lembra o Vila Nova. Lá não tinha tigre, era um enfeite da Puma. Aquele simbolo representava para mim só a queda para a Série C, o que eu quero esquecer”, disse Martinez.
O diretor elogiou o autor da obra, Siron Franco, que, para ele, é maior artista plástico goiano, mas justificou que madeira, depois que apodrece, fica susceptível às chamas. “O pessoal está me culpando. É um toco com mais de cinco anos e isso pega fogo”, completou.











