Orgulho campineiro, Antônio Accioly representa ressurgimento do Atlético

Se existe um bairro em Goiânia cujo sentimento de pertencimento seja muito forte, este é Campinas. Anterior à fundação da capital goiana, é motivo de orgulho para os locais, que não fazem questão de esconder seu “bairrismo”. Entre os muitos patrimônios deste histórico bairro, está o estádio Antônio Accioly, casa do Atlético Clube Goianiense.

Sete décadas após a sua inauguração, parte da icônica fachada segue intacta, e representa a resistência de um clube e um lugar que sobreviveram ao tempo e ao abandono. Construído aos poucos, deixou de ser o “Campo da 24 de Outubro” para o “Castelo do Dragão”, eterno reduto de atleticanos e campineiros.

Inicialmente pensado para homenagear Arthur Friedenreich, ídolo do futebol nacional na época, os próprios torcedores lutaram para o estádio levar o nome de Antônio Accioly, histórico dirigente e primeiro presidente do clube, que lutou para conseguir a propriedade do terreno onde foi levantada a casa dos rubro-negros a partir dos anos 1940.

Entre o fim dos anos 1990 e começo dos anos 2000, pior momento da história do Atlético, o estádio esteve próximo do seu fim, após decretação judicial para ser demolido por abandono. À época, os dirigentes tentaram, sem sucesso, transformar o espaço em uma área comercial.

Desde então, o Antônio Accioly passou por melhorias pela nova administração do clube e, reinaugurado em 2018, voltou a ser orgulho do bairro e principal estádio do Atlético.

(Foto: Comunicação/ACG)

Goiânia 90 lugares

Goiânia faz 90 anos em 24 de outubro. Por isso, o Sistema Sagres de Comunicação, com apoio da Prefeitura de Goiânia elaborou um guia de 90 locais a serem conhecidos por você que é goianiense, que mora na capital ou que está de passagem por aqui. Esta é a campanha “Goiânia 90 Lugares”.

A produção inclui 90 reportagens em texto e fotos de lugares marcantes da cidade, 30 vídeos, um mapa e uma página especial. A campanha conta ainda com entrevistas especiais sobre a construção, estrutura e futuro da nossa capital.

As ações tem coordenação de Rubens Salomão, com pesquisa e textos de Samuel Straioto, Arthur Barcelos e Rubens Salomão. Imagens e edição de Lucas Xavier, além das reportagens em vídeo de Ananda Leonel, João Vitor Simões, Rubens Salomão e Wendell Pasqueto. A coordenação do digital é de Gabriel Hamon. Coordenação de projetos é de Laila Melo.

*Este conteúdo está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). ODS 04 – Educação de Qualidade; ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis

(Foto: Comunicação/ACG)

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