Segundo ele, o trabalho preventivo de monitoramento dos córregos de Aparecida de Goiânia e seus afluentes, realizado desde o início do ano passado, inclusive do Córrego Tamanduá, que passa sob a ponte, possibilitou a identificação precoce do problema e a avenida foi interditada ainda no sábado.
De acordo com o engenheiro de obras da Secretaria de Infraestrutura, Dulcélio Silva Costa, entre os fatores responsáveis pelo novo rompimento estão as fortes chuvas, que continuam ocorrendo no município.
Outro problema, segundo os técnicos, é o excesso de lixo jogado pela própria população nas ruas e nos córregos, que obstruem bueiros próximos e canaletas, impedindo o escoamento da água e agravando a situação.
SOLUÇÕES
Para corrigir definitivamente o problema, a equipe técnica prevê a execução de gabiões (parede de concreto de contenção para evitar o deslizamento de terra) e o aterro com material adequado, por parte da Seinfra. Aliado à isso, a Secretaria do Meio Ambiente deve fazer o trabalho de recuperação ambiental nas margens do córrego, formando uma proteção natural.
A obra de correção, no entanto, é cara e excede os recursos do município. Por isso, a prefeitura iniciou o levantamento do custo e a captação de recursos federais, pelo Ministério das Cidades.
Outros 19 trechos estão em monitoramento e também apresentam risco de rompimento. No Colina Azul, por exemplo, uma das obras foi orçada em R$ 3 milhões..
Por se tratar de uma situação de emergência, no entanto, a expectativa, é que a recuperação seja feita o mais rápido possível. Até a execução definitiva, a avenida continua interditada e terá a sinalização especial reforçada pela Superintendência Municipal de Trânsito de Aparecida (Smta).










