“Eu ainda estou aguardando o restante dos testes, que estão sendo realizados pelo professor André (Araújo, fisiologista) para poder direcionar o trabalho. A gente sabe que hoje em dia é muito velocidade e força, que é como eu trabalho e busco nas equipes que eu sempre atuo. Foi percebido nesses dois dias de trabalho que falta dar uma lapidada nessas duas valências para que o time possa adquirir um bom nível”, garantiu.
Homem de confiança do técnico Heron Ferreira, o preparador físico explica que, no futebol de alta competitividade, a parte física é crucial, algo que tem sido bem analisado nos tempos atuais. Rodolpho Maia garante que não tem com o que se preocupar pelas condições dos jogadores, mas lamenta o curto tempo de trabalho.
“A gente sabe que a parte física, hoje em dia, tem um peso muito grande em qualquer equipe de futebol, em qualquer disputa e competição que você vá disputar. Eu não me preocupo em relação a isso porque sei onde essa equipe pode chegar pelo lastro físico que eles possuem e pelo que eu posso oferecer para eles. A maior questão é o pouco tempo que a gente tem, tenho 11 dias para melhorar o que eu acho que precisa ser feito”, apontou.












