“Nós temos três projetos, e vamos focar no programa de restauração das rodovias que estão em situação mais crítica. Vamos licitar, contratar e executar esse ano 2.050 km de recuperação de rodovias, consistindo em substituir toda a capa existente, fazendo intervenções nas bases destas. Vamos retomar o programa de manutenção, que vai se chamar Rodovida”, explica o presidente.
A previsão de gastos para restauração dos 2.050 km é de cerca de R$ 400 milhões em 2011.
Os recursos serão provenientes do Fundo de Transportes.
O fundo constitui-se de taxas do Departamento Estadual de Trânsito em Goiás (DETRAN-GO), de incremento de ICMS, resultado do fim do incentivo fiscal que aumentou a alíquota do combustível, da contribuição de intervenção do domínio econômico (CID), do Tesouro Estadual, e da exploração de faixas de domínio das rodovias.
De acordo com Jaime Rincón, as obras devem começar no começo de junho.
Ele explica que além da restauração, a malha rodoviária estadual passará por outras melhorias.
“Estamos estimando em torno de R$ 1,5 bilhão para recuperação de 6.800 km da malha que está em situação de calamidade, e a manutenção preventiva e corretiva dos 10.000 km pavimentados e os 10.000 km não pavimentados, que a mais de cinco anos não sofre nenhum tipo de intervenção”, destaca.
Ele afirmou que em seguida vão apresentar ao governador um plano para retomar e concluir todas as obras rodoviárias iniciadas e paralisadas em Goiás. O terceiro projeto é a duplicação de 540 km.
Para o presidente do Conselho de Infraestrutura da Fieg, Célio de Oliveira, as melhorias devem influenciar diretamente a área industrial de Goiás. “Uma estrada bem recuperada serve para indústria e para todos os cidadãos”.













