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Para Oliveira, nunca houve um diálogo tão produtivo entre candidatos e segmentos organizados da sociedade como nesta eleição. “Goiás cresce acima da média nacional e tenho certeza que quem for eleito continuará esse diálogo”, disse ele.
Pedro Alves citou como exemplo a contribuição da Fieg e do Fórum de Entidades Empresariais ao governo. Segundo ele, essas entidades não exigem, mas sinalizam o que pode ser bom para a economia do Estado. “E se a economia vai bem, esse benefício se estende à população, com geração de emprego”, argumentou.
O presidente da Fieg acrescentou ainda que Goiás vive um momento no cenário nacional e internacional: “O Estado é focado não só no Brasil, mas pelo mundo, por oferecer boas perspectivas de investimento e retorno”.









