A partir de 2021 a troca de técnicos no Campeonato Brasileiro das três principais divisões será limitada. Tudo indica que a regra também será aprovada pela Série D.
No conselho técnico da competições foi colocado em votação e aprovado pela maioria dos clubes que nenhuma agremiação poderá demitir dois técnicos e contratar um terceiro. Caso dois profissionais sejam desligados, o time terá que terminar o Campeonato Brasileiro sendo comandado por um profissional da chamada comissão técnica permanente.
Pau no Chico e no Francisco… O técnico só pode dirigir dois times na competição.
Se essa regra tivesse sido estabelecida em 2020, não teria efeito para o Atlético Clube Goianiense que começou com Vagner Mancini (que pediu demissão) e terminou com Marcelo Cabo. Lembrando que durante alguns jogos o Dragão foi comandado pelo interino Eduardo Souza.
No Vila Nova o time começou o Brasileirão com Bolívar e fez a troca por Márcio Fernandes que comandou o time até o final.
Já o Goiás Esporte Clube teve muitas mudanças. Nas primeira rodadas da Série A – Ney Franco dirigiu o time e foi demitido. Thiago Larghi foi contratado, ficou pouco tempo e também foi demitido.
Com a nova regra, neste momento o Goiás deveria obrigatoriamente ser comandado pela comissão técnica permanente com Augusto César / Glauber Ramos. A diretoria não poderia contratar Enderson Moreira que teve um trabalho muito ruim.
A dupla de técnicos que segue no comando do clube alviverde, teve aproveitamento de 49% no Brasileiro Série A. Já Enderson que esteve a frente do time em 10 partidas e conquistou apenas 3 empates – sem nenhuma vitória, foi desligado na Serrinha com desempenho pífio de 10%.










