Os bastidores político dos Vila Nova estiveram bastante agitados nesses últimos dias. Depois de uma investigação feita pelo atual presidente, Guto Veronez, detectar a transferência de porcentagem de diretos federativos do jovem atacante Everton, da base, para um empresário ligado à última gestão, o clima absoluto de paz acabou perturbado.
Uma reunião de conselheiros, acontecida no último dia 30, prometeu encaminhar a solução do caso e tentar acalmar os ânimos do ambiente. O presidente Rodrigo Nogueira foi chamado e um encontro com as pessoas envolvidas devem solucionar a questão. Diante tudo isso, líder do elenco e ídolo da torcida, o volante Róbston lamentou o fato, porém, evitou comentar o assunto:
“O Vila Nova é muito maior do que todas essas brigas que estão acontecendo, essa briga de gestão. Mas a gente não gosta muito de falar sobre isso, até porque o nosso papel tem que ser feito em campo. Se tratando do Róbston ainda, qualquer coisa que eu falo pode ser uma bomba. Por isso, melhor eu ficar fora de tudo isso. O que eu posso falar é sobre o dentro de campo e que os diretores estão cumprindo tudo com a gente e honrando os compromissos”.
A cautela com o caso e a distância com a polêmica é para evitar que o assunto traga prejuízos em campo, de acordo com Róbston. Ciente da vida turbulenta que o Vila Nova leva nos seus bastidores políticos, o atleta já tratou de blindar os demais companheiros de time e rechaçou completamente a ideia de que o rendimento em campo do time pode ser alterado:
“Estamos totalmente blindados, garanto que não afetará nada em campo. Não é briga nossa, dos jogadores. Tem muitos companheiros que chegaram esse ano e outros mal estão a par dos acontecidos, a não ser o próprio Everton. No dia a dia a gente nem comenta sobre isso, estamos preparados para deixar tudo isso fora dos gramados”.








