Na tarde deste sábado, Goiás e Vila Nova empataram em 1 x 1, no estádio Serra Dourada. Após o clássico, o atacante Rossi, autor do gol esmeraldino, lamentou o gol sofrido nos acréscimos do jogo, ressaltando que o Verdão tem de pensar na sequência da Série B. Além disso, aproveitou para provocar o rival.
“Gosto amargo, de derrota. Estar ganhando e sofrer o gol aos 48 é complicado. Como não ganham da gente há muito tempo, um empate é vitória para eles. Temos de levantar a cabeça e trabalhar, porque temos um jogo muito difícil contra o Paysandu e temos de subir na tabela. Temos de esquecer a confusão no final do jogo, esquecer o que o juiz fez no jogo”.
Em clássico marcado por polêmicas e fortes emoções, Vila empata nos acréscimos com o Goiás
O atacante detonou a arbitragem, comandada pelo baiano Marielson Alves Silva, reclamando de um pênalti sofrido na etapa um e do impedimento marcado no final do segundo tempo, em contra-ataque que deixaria três jogadores esmeraldinos diante do goleiro Wagner Bueno.
“Foi nítido o pênalti no primeiro tempo. O cara tocou no meu pé esquerdo, quando já tinha passado dele. Foi absurdo o impedimento que ele deu no segundo tempo. Foi absurdo também os acréscimos que ele deu. Mas não adianta brigar depois que o juiz apita. Temos de brigar apenas dentro de campo”.
Rossi também comentou a confusão que aconteceu logo após o término da partida e criticou o atacante rival Frontini. “Eu nem vi o que aconteceu. Sai chateado pelo empate e fui rapidamente para o vestiário. Falaram que o Frontini cuspiu no Renan. Vai ter o jogo de volta e o Frontini tem de ficar esperto, porque jogador profissional não pode fazer isso, ficar cuspindo no adversário, no companheiro de trabalho. O Frontini tem de jogar futebol, fazer gol, que é uma coisa que ele não faz há muito tempo”.










