A Secretaria acredita que para se ter um ensino de qualidade, é necessário haver professores qualificados e bem remunerados.
Dentro do contexto das contas que Goiás vive atualmente, o órgão esclarece que se essa medida fosse tomada hoje, seria preciso de 100% de todo orçamento que é destinado para a educação goiana, apenas para pagar o salário dos professores, sem incluir as demais despesas das escolas e dos alunos.
Por outro lado, a Secretaria tem articulado junto ao governo federal, a liberação dos recursos necessários para complementação salarial dos professores.
Quanto à data base, a questão continua em pauta nas reuniões entre o governador Marconi Perillo, o secretário de educação Thiago Peixoto, Simão Cirineu, da Secretaria da Fazenda, e Giuseppe Vecci, da Secretaria de Gestão e Planejamento.
Em relação aos concursos públicos, por uma decisão de governo que atinge todos os órgãos da administração estadual, não há previsão para realização de certames este ano.
No caso de laboratórios e bibliotecas, a Seduc informa que está em curso o processo e modulação de professores no retorno destes profissionais na sala de aula.
A Seduc reforça que as mudanças já promovidas nas escolas da rede estadual não implicam de forma alguma no fechamento dos laboratórios e bibliotecas.
Segundo a Secretaria de Educação, cabe aos diretores das escolas a manutenção do livre acesso dos estudantes a esses espaços destinados a atividades pedagógicas complementares.











