O Sindicato dos Trabalhadores na Educação de Goiás (Sintego) realizou assembléia com professores de várias regiões do estado de Goiás. Os servidores decidiram manter a greve, que já dura cerca de um mês. De acordo com o sindicato, a greve atinge pelo menos 48% das escolas estaduais.
A presidente do Sintego, Bia de Lima, destaca que não houve avanços nas negociações e por isso a decisão de manter a paralisação. “A proposta do governo é muito ruim. Apresentaram não uma proposta e sim uma provocação. Pagar a partir de Julho e parcelar Maio e junho em 10 vezes, porque antes eram 15, agora são 10 vezes. É um absurdo e não ter nenhuma proposta que finda a greve”.
Acompanhe a reportagem de Jerônimo Junio:
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Dentre as ações propostas pelo Sintego, está uma veiculação na mídia de um material para mostrar a situação da educação no estado de Goiás e contrapor o que vem sendo apresentado pelo governador Marconi Perillo. “Vamos discutir algumas ações que vamos chamar a atenção da sociedade goiana para que todos possam realmente compreender, porque existem propagandas pagas que não correspondem com a realidade que está acontecendo em Goiás. Nós não temos pagamento em dia, temos salarios parcelados e aí fica uma propagando enganosa. Vamos investir para fazer uma contrapropaganda para contrapor a ideia do governador”.
Em relação as escolas estaduais que ainda não aderiram a greve, Bia de Lima afirma que os profissionais dessas instituições foram pressionados a voltar as salas de aula.
A assessoria da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte, informou à Rádio 730 que as negociações entre governo e professores continuam, mas que ainda não houve acordo e em relação a paralisação. A assessoria afirma que apenas 13% da rede de ensino estadual está em greve.
*Com informações de Jerônimo Junio












