Depois da apreensão e sofrimento durante a Série B em 2010, e do alívio com a permanência na segunda divisão, o torcedor vilanovense agora espera com ansiedade apenas uma notícia nesse final de temporada: a confirmação ou não de Roni no grupo colorado em 2011. E os torcedores tem motivo para ficarem otimistas.

“Acredito e acho que está fácil de acertar com o Roni por duas coisas: porque ele quer ficar e o Vila Nova quer que ele fique. Nós sabemos das bases salariais, nós iremos conversar isso aí, e se tiver dentro das condições do Vila… mas sem dúvida que é do interesse total do Vila”, garantiu o presidente do clube, Geso Oliveira, em entrevsita ao repórter da RÁDIO 730, Juliano Moreira.

O dirigente revelou que já pagou ao grupo alvirrubro 50% do valor prometido como premiação pela permanência na Série B, e quitou os salários do mês de outubro. Segundo ele, a diretoria vai cumprir com o prometido e vai acertar tudo que deve aos atletas e não teme que os jogadores estejam receosos de continuar no time por esta situação.

“Tudo vai ser cumprido, só depende do dinheiro, e o dinheiro está pra entrar. Entrando aí tudo vai ser cumprido como já foi prometido e foi cumprido. Nós prometemos que até o final do mês nós cumpriremos com todos esses compromissos, e isso aí não vai ser diferente”, assegurou Geso.

Sobre a saída do goleiro Weverton, que está acertando com o Guarani, o presidente disse que tentou acertar a permanência do atelta, mas os valores pedidos pelo goleiro foram muito altos para a realidade do Vila.

Futuro na presidência

Geso de Oliveira disse que fará uma reunião essa semana com os principais membros da cúpula vilavense para discutir o futuro do clube, e com isso definir se continuará na presidência ou não. “Eu quero saber o quê que vem de respaldo para mim para o próximo ano, e tudo vai depender dessa conversa e desde que eu esteja respaldado pelas pessoas fortes do Vila Nova eu estarei trabalhando pelo Vila Nova”, ressaltou.

Ele ainda reforçou que pretende continuar no clube mesmo que esteja fora do cargo de presidente. “Eu não estou aqui por vaidade, eu estou trabalhando. Bem ou mal eu tenho feito a minha parte, agora eu preocupo o seguinte: acho que todas as pessoas tem que fazer a parte deles”, declarou.