O plenário da Câmara de Vereadores deve apreciar e votar nesta quinta-feira (22) o veto do prefeito sobre o reajuste de 35,5% sobre os subsídios da próxima legislatura. O texto que cancela o aumento já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e agora tem prioridade para apreciação.

O projeto da mesa diretora foi aprovado com 19 votos favoráveis contra quatro contrários em segunda votação, mas foi vetado pelo prefeito. Os parlamentares agora vão escolher se o veto deve ser mantido ou derrubado.

O vereador Paulinho Graus (PDT) é o presidente da CCJ e também foi o responsável pelo relatório da matéria. Ele explica que a tendência é que o texto seja mantido pelos vereadores.

“Como o veto é constitucional, ele atende, eu fui o relator e meu relatório foi pela manutenção. Eu vejo que a população deu sinais e os vereadores devem seguir os sinais da população”, afirmou.

Caso o veto seja derrubado, os subsídios dos vereadores e secretários municipais sobe de r$ 11.082, para R$ 15.031. Já o subsídio do prefeito seria de mais de R$ 26 mil reais, valor próximo do recebido pela presidente da República.