Coronel Marinho recebe na sede da CBF os presidentes de Avaí e da Federação Catarinense de Futebol (Foto: Divulgação)
O Avaí tem se movimentado nos bastidores na véspera da partida contra o Goiás. Na terça-feira, o presidentes da Federação Catarinense de Futebol, Rubens Renato Angelotti, e do Avaí, Francisco Batistotti, foram à sede da Confederação Brasileira de Futebol para protestar contra a arbitragem nos jogos do clube catarinense.
A revolta do clube teve início no final de semana, quando a equipe empatou com o Oeste por 1 a 1, na Ressacada. Após a partida, o técnico Geninho cobrou uma ação da diretoria e também da federação para que o jogo do Goiás tivesse um profissional experiente na arbitragem.
Porém o pedido não foi acatado. O árbitro de sexta-feira é Caio Max Augusto Vieira, da Federação do Rio Grande do Norte. Ele apitou apenas dois jogos da Série A nesta temporada. A última atuação foi Santos 1×0 Atlético Paranaense, quando marcou pênalti polêmico. A diretoria do Atlético Paranaense se revoltou com a atuação do árbitro, que ficou afastado da Série A.
Apesar de não ter o pedido aceito, a cúpula catarinense se encontrou com o presidente da comissã de arbitragem da CBF, Marcos Cabral Marinho de Moura, popularmente conhecido como Coronel Marinho.
O gestor de futebol do Goiás, Túlio Lustosa, disse que isso não influenciará e que ele quer apenas uma arbitragem isenta.
“Contra o Atlético tentaram criar um clima diferente e nada aconteceu. O árbitro tem de vir sem pressão para fazer uma grande arbitragem, isenta de erros. O Goiás nunca teve benefícios de árbitro, tudo sempre foi conquistado com suor e vai ser assim. Eu não espero ajuda e também não quero ser prejudicado”, garantiu.








