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Ouça a participação na íntegra
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Com a não aprovação do texto, o acordo com o governo federal que possibilitaria o empréstimo de R$ 3,7 bilhões pode ser inviabilizado e a estatal corre o risco de perder a concessão. “Agora a Celg vai para o governo federal e o Estado ainda ficará com a dívida de R$ 6 bilhões”, lamentou Vanderlan.
O republicano lembrou que a perda também será dos municípios, pois a companhia deve cerca de R$ 750 milhões em ICMS ao Estado e, deste montante, cerca de R$ 150 milhões é parte que cabe às administrações municipais. “Isto é uma bola de neve. Eu acho que os deputados esqueceram os prefeitos. E agora? O que a Celg vai fazer para pagar os seus impostos? Até onde vai esta história?”, questionou.
Educação
O governadoriável defendeu ainda o investimento em cursos técnicos e profissionalizantes como forma de gerar emprego. Ele pretende intensificar as parcerias com o chamado “Sistema S” (Senai, Senac, Fieg, SESI, SESC, Senar), e usar recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
“A economia cresceu muito e faltam profissionais qualificados. Nos menores municípios, tenho visto construções para todo o lado e faltam pedreiros, eletricistas, encanadores e todo o tipo de mão de obra”, complementou.
Vanderlan defende que a Universidade estadual de Goiás também invista nos cursos técnicos, de menor duração. Segundo ele, no plano de governo está previsto o investimento nos cursos profissionalizantes no último ano do ensino médio. “O jovem precisa sair da escola com uma profissão, poder ir para o mercado de trabalho e ter o que apresentar”.











