Thalles (direita) renovou contrato até 2022 com o Goiás (Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC)
Quatro destaques do Goiás na Copa São Paulo de Futebol Júnior foram integrados ao time profissional. A partir desta terça-feira, o zagueiro Iago, o volante Filgueira, o meia Flavinho e o atacante Vinícius vão trabalhar com o treinador Maurício Barbieri. A comissão técnica não descarta chamar novos jogadores da base, mas quer primeiro observar o desempenho e a adaptação do quarteto que teve boas atuações na competição mais importante para jovens.
“O número de jogadores que temos não é alto. Pensamos, sim, na valorização da base. Achamos importante utilizar eles no elenco profissional, que possam mostrar o seu valor e, de repente, surpreender e ser utilizado durante a temporada. Vamos promover o Iago, Miguel Figueira, Flávio e o Vinícius”, disse o gestor de futebol do clube, Tulio Lustosa.
Segundo o dirigente, outros jogadores poderão ser promovidos durante o ano, basta um bom desempenho na base e lacunas no elenco profissional.
“Isso não significa que os quatro vão ficar em definitivo. Vamos dar oportunidade e eles vão trabalhar conosco. Não significa também que serão só esses. Estamos observando outros atletas, que também se destacaram na Copinha. Tudo vai depender do desempenho deles e da nossa necessidade”, completou.
{source}
<iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/cQE-ZzLJGPY” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen></iframe>
{/source}
RENOVADO
Com a promessa de valorizar a base, o Goiás renovou o contrato do meia Thalles, de 21 anos. Ele subiu para o profissional no último ano, mas teve pouco espaço. Foram apenas sete jogos e um gol marcado. O novo vínculo do prata da casa foi estendido até 2022. Para esta temporada, Tulio projeta uma maior utilização do jogador.
“A gente tem mostrado uma ideia de valorizar a base com a renovação do Thalles. Ele tem mostrado nos treinos que quer um ano diferente pra ele. Não adianta eu acreditar, os gestores da base e os treinadores acreditarem. Ele tem de acreditar e fazer valer aquilo que ele fez na base, mas agora no profissional. Ano passado foi de transição. Agora tem de ser realidade’, analisou.







