O atacante Rafael Moura foi julgado nesta sexta-feira, pelo Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, e foi condenado a cumprir dois jogos de suspensão pela expulsão contra o Flamengo, no dia 28 de setembro. O atleta já havia cumprido um jogo e não poderá jogar contra o Avaí, neste domingo.

O advogado Carlos Portinho explica que a suspensão de He-Man foi baseada na reincidência do jogador: “O Rafael é um atleta disciplinado, fora esse ano de 2010. Mas esse ano, no jargão eleitoral, ele está ficha suja. Então, sem dúvida, qualquer expulsão dele esse ano será considerada reincidência”, declarou.

O Goiás ainda tem que se preocupar com um julgamento importante, nesta segunda-feira. O STJD julgará se o time vai perder, ou não, mandos de campo, devido ao episódio que a torcida esmeraldina jogou assentos da arquibancada em direção aos jogadores do time, na partida contra o Cruzeiro.

Carlos Portinho declarou que está mais confiante com o julgamento de segunda-feira do que estava para o de Rafael Moura: “A verdade é que a torcida jogou cadeiras nos jogadores do clube, mas o time tinha tomado todas as medidas preventivas, e tomou as medidas repressivas. Houve detenção dos arruaceiros e isso vai ser comprovado por prova documental e testemunhal também. Por isso, com o novo código, espero que o Goiás não seja prejudicado com a perda do mando de campo”, concluiu o advogado.