O partido, que contava com dois parlamentares – Rubens Otoni e Pedro Wilson – reelegeu o primeiro, sendo que Pedro foi derrotado na disputa pelo senado.
“Nossa direção orientava para tentarmos ampliar em todos os estados o número de senadores e nós tínhamos um nome da importância do Pedro, respeitado, conceituado e que representa muito bem o partido. Queríamos dar um passo à frente, mas sabíamos desse risco”, disse ele.
No entanto, o presidente do partido considerou positivo o saldo eleitoral e revelou que já era prevista a dificuldade na disputa pelo governo. “Foi uma luta ferrenha para chegarmos ao segundo turno e a diferença estava grande. É difícil diminuir uma vantagem assim”, admitiu.
“A campanha foi boa, alegre, propositiva, para cima e não temos do que reclamar. A gente tem que estar preparado para as duas coisas. Nós não perdemos os nossos ideais e aquilo que a gente quer”, definiu.
Futuro
Vislumbrando o quadro das eleições municipais, Camárcio admitiu que Paulo Garcia – atual prefeito de Goiânia – é candidato natural à reeleição e, na avaliação dele, tem o papel de “unificar” o conjunto de partidos aliados na disputa de 2012. “Será uma prioridade do PT e a partir disso, vamos conversando com todos para ver o que as forças políticas acham disso”, adiantou.
“Estamos contentes com a administração dele, que é um companheiro de primeira hora”, complementou o petista.
Outro projeto do partido, de acordo com Camárcio, é lançar candidatura para a disputa do governo do Estado, em 2012: “Vamos começar a trabalhar com essa perspectiva. Agora, somos oposição, mas oposição séria”.











