Com um gol sofrido aos 49 minutos do segundo tempo, o Atlético Goianiense acabou frustrado pelo Sport e não conseguiu sua segunda vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Em jogo válido pela 3ª rodada da Série A, o time rubro-negro goiano empatou em 1 a 1 com os rubro-negros pernambucanos. O próximo compromisso da equipe de Vagner Mancini será nesta quarta-feira (19), contra o Internacional, em Porto Alegre.

Leia também – Atlético tem jogador expulso, sofre gol aos 49 minutos e só empata com Sport

Em entrevista à repórter Nathália Freitas, na Sagres TV, o presidente executivo rubro-negro Adson Batista destacou que “foi um jogo muito difícil. O Sport fez uma boa partida e temos que reconhecer. Pagamos um preço, porque a expulsão nos prejudicou muito. Em um jogo que está muito igual e disputado isso faz muito a diferença. Dói muito tomarmos o gol nos acréscimos, mas faz parte: isso acontecerá no Campeonato Brasileiro e daqui a pouco também tiraremos proveito disso”.

O gol de empate sofrido no final frustrou após a vitória sobre o Flamengo, porém “futebol não pode ter empolgação. Com 37 rodadas pela frente, em um campeonato extremamente difícil, não tem empolgação. No dia que não jogar tudo o que sabe, você perderá ou terá dificuldade. Hoje tinha certeza que teríamos condição de matar o jogo, e tivemos algumas oportunidades, mas são situações que ocorrem. Estamos no caminho certo, o trabalho é bom e o time está se dedicando ao máximo, então tenho muita confiança na campanha”.

Questionado sobre o resultado final ter sido maior mérito do Sport do que demérito do Atlético, Adson Batista afirmou que “não tenha dúvidas disso, e eles conseguiram tirar proveito muito bem, principalmente da expulsão. Mas vinham jogando bem e também fizeram um bom primeiro tempo. Foi um jogo muito disputado e corrido, e temos que ter serenidade de que o campeonato propõe essas situações e temos que tirar conceitos disso para saber que não tem jogo fácil”.

Jorginho, artilheiro do Olímpico

Com 12 gols, ninguém marcou mais gols do que Jorginho desde a reinauguração do estádio Olímpico, em 2016. Segundo o dirigente, “o Jorginho é um jogador com a cara do Atlético. É um menino de ouro, um jogador que gostamos e confiamos. Ele é feliz no Atlético e hoje é a maior referência para o torcedor, porque já está aqui há muito tempo e foi campeão várias vezes. E fez um golaço: não é um gol para qualquer um. É um jogador acima da média e espero que possa continuar nessa caminhada, porque nos ajudará muito”.

Busca por reforços

Na última semana, o elenco perdeu o Reginaldo, que saiu para o CRB, enquanto Júlio César não vem sendo relacionado. De acordo com Adson, “enquanto tiver boa oportunidade de mercado, buscaremos para reforçar, não para compor o grupo. Hoje precisamos de laterais, esquerdo e direito, e mais atacantes de velocidade. O Atlético sabe o quanto é difícil esse campeonato, que se joga de três em três dias, então precisaremos de ter elenco para poder conseguir sobreviver à competitividade do Campeonato Brasileiro”.

Estádio Antônio Accioly

Depois de dois jogos no Olímpico, a direção rubro-negra tem a expectativa de voltar à sua casa, em Campinas, a partir da 8ª rodada, quando recebe o Grêmio no dia 6 de setembro. O presidente atleticano ponderou que “sempre tem um ‘probleminha’ ou outro e essas obras de grande porte não são simples. É interesse nosso e vamos ver se conseguiremos, mas é muito importante que isso aconteça. Estamos no processo final de levantar as torres de iluminação, o que é muito complicado e complexo, mas tenho muita fé que tudo dará certo”.