“Tenho que parabenizar o Morrinhos, que se aproveitou por ter um homem a mais, soube administrar e ganhar o jogo. E quero também parabenizar, porque seria injusto que eu não parabenizasse o senhor André Luis Castro pela 3° vez apitando jogo do Goiás e pela 3° vez que nós conseguimos perder com ele apitando. Ele deu um show hoje de incompetência” disparou Artur.
Sobre o lance mais polêmico da jogada, na anulação de um gol do Morrinhos por Tolói, expulso, ainda estar em campo, Artur Neto lembrou que não foi uma ação de André Luis Castro e sim dos auxiliares. O comandante esmeraldino ainda lembrou faltas não marcadas e revelou que o nome do árbitro não é bem visto entre os jogadores do Goiás.
“Na verdade só anulou porque nós falamos com o quarto árbitro e o representante, e eles sim foram efetivos, porque o Tolói estava dentro do campo. Ele não pode dar seguimento a uma jogada com um jogador expulso em campo. Ele foi dar um cartão para eles de lateral e no final do jogo. Será que é só coincidência? Quando ouvem a escala dele, o pessoal treme lá dentro, há uma insatisfação total. Se esse rapaz for escalado outra vez no jogo do Goiás, quem escalar será o responsável, não tem mais clima, está provado isso”, afirmou.
O treinador admitiu que já foi um “defensor” do árbitro, inclusive antes do clássico contra o Atlético, a menos de um mês, quando declarou que “era um bom nome escolhido para o jogo”. Artur Neto revelou que não há mais confiança e questiona o título de melhor árbitro do Estado.
“Há quatro ou cinco anos atrás eu dei muita força para esse árbitro, quando ele estava começando, eu apontei e falei bem dele. Só que, chegando no Goiás, eu vi uma insatisfação total, e não é de hoje. Depois do que aconteceu, não tem mais condição, tem que se evitar. Se ele é o melhor, eu não sei para quem, não foi para o espetáculo, principalmente para o Goiás” concluiu.