“Estamos nessa direção de políticas públicas que vão ao encontro de superar o racismo, o preconceito e, sobretudo a desigualdade entre negros e não negros”, relata.
Ele declarou que políticas como desenvolvidas como cotas para as universidades, programa bolsa-família e minha casa minha vida tem ido ao encontro em resolver problemas históricos do Brasil.
“Em Goiás há grandes desafios, como por exemplo, a comunidade Kalunga, que são vários quilombos na região da Chapada dos Veadeiros, e que mostra a resistência que a população negra experimentou contra a escravidão”, aponta.
O presidente da Fundação Cultural Palmares afirmou que vai trabalhar junto com a Secretaria da Igualdade Racial de Goiás, tendo em vista a alei que propõe o ensino na história da África.
“A principal ação vai ser em trabalhar a cultura das religiões africanas, e sabermos como preservar todos os terreiros, que também possuem história”.
Elói Ferreira relatou que o trabalho precisa ser destacar para que a cultura proponha a inclusão.
Ele finalizou afirmando que Goiânia tem um nível de organização interessante, e que tem insistido muito em conversar a respeito da superação do racismo e a construção de igualdades e oportunidades para todos os brasileiros.







