A intenção inicial do governo do Estado era de propor, por meio do projeto de lei, a divisão de 50% dos recursos entre Estado e Judiciário, o que não agrada entidades de classe do Poder Judiciário de Goiás. Os recursos do Fundesp são, em média R$ 167 milhões por ano.
Diante da insatisfação, o governo recuou e propões que o Estado receba 30% dos recursos, divididos para a Secretaria de Segurança Pública, Ministério Público, Agência Prisional, Procuradoria Geral do Estado, Defensoria Pública e Secretaria de Cidadania e Trabalho, enquanto a Justiça ficaria com 70%.







