A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) promoveu um pregão presencial com a participação de representantes das instituições financeiras privadas e públicas.
O objetivo do governo é de vender a folha salarial de servidores ativos, inativos e pensionistas do poder executivo. O lance mínimo colocado foi de R$ 505 milhões para contrato de cinco anos.
Em torno de R$ 200 milhões seriam destinados para o Banco Itaú, por ser detentor do contrato da folha que só termina em 2013.
No entanto, nenhum representante de instituição financeira apresentou proposta. O pregão durou menos de cinco minutos e foi declarado deserto. A Pregoeira e Gerente de licitações e contratos da Secretaria da Fazenda, Cláudia Helena Lima Leite, explica como foi montado o processo que acabou sem recebimento de lances.
“Havia uma grande expectativa de comparecimento e de uma disputa que trouxesse uma proposta bastante vantajosa para administração, mas para nossa decepção isso não aconteceu. Desconhecemos a razão pela qual as instituições financeiras não quiseram participar do certame”, declara.
O Secretário de Planejamento Giuseppe Vecci, analisou o fato e destacou que um novo processo será aberto.
“Vamos pagar dentro do dia os servidores, e contávamos com esse valor para poder melhorar um pouco a situação caótica das finanças do Estado, mas há um prazo para fazer nova licitação”, aponta.
No edital do processo deserto consta que o banco vencedor ficaria responsável ainda pelo atendimento dos serviços integrados ao cidadão, o Vapt Vupt. O Secretário Giuseppe Vecci, acredita que não ocorrerão prejuízos.
“O pregão é para poder melhorar o ajuste fiscal do Estado. Sobre Vapt Vupt já temos o valor de recurso para o ano de 2011 para melhorar as deficiências que estamos encontrando e certamente implantar novas unidades”.










