Sem dinheiro, sem contratações e sem a confiança de muitos (inclusive deste blogueiro), o Atlético conquistou uma sequência sensacional de vitórias no Campeonato Brasileiro.

Santos, Flamengo, Grêmio, América Mineiro e Coritiba. Com sobras o time rubro negro segue na faixa da Copa Sulamericana.

E que esse passe a ser o objetivo do Atlético… A permanência ainda não está garantida, mas já está encaminhada.

O certo é pensar rodada a rodada e não deixar o ritmo cair.

O técnico Hélio dos Anjos na entrevista coletiva disse bem: “Somos um time de operários e o Atlético precisa sempre jogar com humildade”.

Atlético, 3 x Coritiba, 1 – O goleiro Márcio foi eleito a fera do jogo. Além de marcar um gol de pênalti, ele foi muito importante nos momentos de pressão exercidos pelo adversário.

Rafinha, Marcos Aurélio e Bill deram trabalho para o sistema defensivo do dragão que teve o zagueirão Gílson como outro destaque. Já o meio campo que teve Agenor, Bida, Pituca e Vítor Júnior relaxou a marcação no início do jogo e só começou a jogar quando íniciou a marcação no campo do adversário.

Além do gol de pênalti o Atlético fez outro gol de bola parada. Algo que não acontecia antes da chegada do Hélio dos Anjos. Agenor resvalou na bola que acabou sendo desviada pelo zagueiro Pereira para o gol.

O Coritiba com Anderson Aquino descontou e chegou a exercer uma pressão em busca do empate.

Mas veio o terceiro gol atleticano… Uma pintura… Lançamento de Diogo Campos para Anselmo que entortou o goleiro Edson Bastos para fechar o placar.

Parabéns aos 3.146 pagantes que estiveram no Serra Dourada e empurraram a equipe.

No início do texto destaque a minha falta de confiança no time do Atlético… E não tenho medo de reconhecer essa minha opinião anterior.

Foi o que observei no comportamento da equipe na primeira metade da competição.

Destaquei a necessidade de reforços e continuo entendendo que o time precisa de boas contratações.

Só que sei reconhecer o crescimento da equipe, sem a chegada de novos jogadores e sim como disse o técnico Hélio dos Anjos.

Um trabalho de operários.