A quantidade de produtos vendidos pelos ambulantes nas ruas de Goiânia é incalculável. Inúmeras utilidades podem ser encontradas nas imediações da Avenida Anhanguera, Goiás, e outras importantes vias da capital.

Existem cidadãos que são contra a realização deste trabalho na cidade, sob a alegação de que o trânsito pelas calçadas fica impedido devido à presença das bancas de vendas. Por outro lado, há pessoas que reconhecem que a atuação de ambulantes atrapalha, mas ressalta que existem coisas que atrapalham mais do que os vendedores ambulantes, e que os cidadãos já aprenderam a conviver.

Os ambulantes declaram que já possuem lugar próprio, mas o que é oferecido a eles não compensa. “Camelô precisa estar onde passa gente, e não onde não passa ninguém”, aponta.

O Diretor de Fiscalização da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEDEMTUR), Paulo Rezende, descreve que o trabalho é diário.

“Temos apenas um problema que na terça-feira nós não temos o apoio da Guarda Municipal, que é deslocada para fazer a segurança da Matriz de Campinas. Fora isso, nós temos um trabalho preventivo. A apreensão de mercadorias é uma consequência, porque normalmente o camelô é abordado e primeiramente notificado a deixar o logradouro público. Numa segunda vez, ele perde a mercadoria”, explica.

Segundo o Diretor da SEDEMTUR, se a mercadoria vendida for lícita, após o pagamento da multa, o camelô poderá retirá-la.

Reportagem de Samuel Straioto