O governo do Estado refutou a possibilidade de reajuste salarial e reestruturação da carreira dos policiais civis para este ano, em reunião com os grevistas nesta terça-feira (30). A paralisação da categoria, retomada após 49 dias, já dura mais de uma semana.
No encontro entre representantes da Polícia Civil e membros do governo, o secretário estadual da Fazenda, Simão Cirineu, disse ser inviável garantir reajuste salarial e limitou um gasto de R$ 4 milhões com as negociações, além do aumento da data-base para maio de 2013.
“Temos muitas dificuldades. Para nós, isso significa um aumento de quase 25% na Folha”, argumentou.
O presidente da União Goiana dos Policiais Civis (Ugopoci), Ademar Luiz de Oliveira, garantiu que, nestas condições, o movimento continua. Os policiais se reúnem nesta quarta-feira (31) em Assembleia.
“Houve um acordo no período dos 50 dias de greve e agora o governo voltou atrás”, protestou.
“O que tinha sido acordado, agora ficou pior. Além de não aceitar a promoção, limitou toda a negociação em R$ 4 milhões e projetou qualquer ganho e melhoria para abril do ano que vem”.












