A Secretaria de Saúde do Governo do Estado e a prefeitura de Aparecida de Goiânia devem assinar ainda esta semana um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que deve ser a solução temporária para o Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (HUAPA). A gestão durante um período de 180 dias será compartilhada entre prefeitura de Aparecida e Estado.
O município ficará responsável pela compra de insumos e a contratação de servidores e a Secretaria de Saúde de Goiás pelo fornecimento de recursos e manutenção de equipamentos. A medida foi tomada pois existe um processo jurídico que não permite que o instituto Gerir assuma o controle da unidade, de acordo com a intenção do governo de terceirizar a gestão.
A segunda colocada no processo foi a Organização Social Instituto Pedro Ludovico, que reclama judicialmente do resultado. Outra alternativa seria a municipalização, mas o Estado não tem interesse. O secretário de Saúde, Antônio Faleiros, aponta que o TAC é a melhor saída encontrada para que o HUAPA volte a funcionar normalmente.
“O Estado tem dificuldades de fazer compras em menos de 180 dias. A estrutura burocrática não permite isso. Agora, podemos marcar o tempo para voltar as principais funções do Hospital”.
O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, chegou a dizer que poderia entrar na justiça caso o Estado não resolvesse a questão do HUAPA. Ele argumenta que o mais importante é o Hospital funcionando. “Temos que procurar todos os meios de solucionar o problema de forma parceira e amigável. Não posso concordar com uma unidade deste porte parada”.
A previsão das autoridades é de que o HUAPA volte a funcionar a todo vapor em 15 dias. Hoje a unidade funciona de forma parcial. De 10 leitos de UTIS existentes, por exemplo, apenas três podem ser ocupados.











