Após sair da prisão por uma decisão de habeas corpus, na última segunda-feira (18), o vereador Paulo Borges (PMDB) foi pela primeira vez a uma sessão ordinária da Câmara de Vereadores. Ele se defendeu das acusações do Ministério Público que o acusa de participar de um esquema de venda de licenças e pagamento de propina na Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA).

O peemedebista criticou a atitude dos promotores que chefiam a chamada Operação Jeitinho e disse que, em nenhum momento, teve espaço para se defender. O Ministério Público baseia as acusações na denúncia do empresário Afonso Antunes. Ele afirma que pagou R$ 5 mil de propina, pessoalmente a Paulo Borges, em seu gabinete O vereador nega.

Paulo Borges foi questionado, ainda no plenário, sobre a polêmica em relação à realização ou não de um convite por parte do prefeito, para que ele assumisse uma Secretaria Municipal. O parlamentar disse que quem deve responder é quem fez o convite. Fora dos microfones, o vereador afirmou que vai continuar o trabalho na Câmara e não vai se licenciar do cargo.

Confira imagens da entrevista de Paulo Borges:

https://www.youtube.com/watch?v=Rz6Gtui8-IA