Na tentativa de atender o pedido do prefeito Maguito Vilela (PMDB), da Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia e da comunidade local de retirar o Complexo Prisional do município, o secretário de Segurança Pública do Estado e da Administração Penitenciária e Justiça, Joaquim Mesquita, esteve em Aparecida de Goiânia, na manhã desta terça-feira (15), e sinalizou que é possível a médio prazo desmobilizar inicialmente o semiaberto e o presídio feminino.
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O secretário esclareceu que o edital de concorrência internacional de Parceria Público- Privada (PPP) é para a construção do novo Complexo Prisional Odenir Guimarães, que abrigaria o presídio masculino, a Casa de Prisão Provisória (CPP) e do Núcleo de Custódia não se trata de ampliação da população carcerária na segunda maior cidade de Goiás. “Na verdade é a substituição de uma estrutura construída na década de 1960 por um presídio moderno e seguro”, ponderou Joaquim Mesquita.
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A área onde, hoje, funciona o complexo prisional será alienada e o valor arrecado poderá ser investido na descentralização, com a transferência do semiaberto e do presídio feminino para outra região. Além da construção de mais centros de detenção. “Essa é uma demanda antiga da nossa cidade. Aparecida é muito prejudicada pelo semiaberto, principalmente aquela região, onde funcionam grandes complexos industriais e abrigará conjuntos habitacionais importantes que estão em andamento. Além da UFG, que também será na região”, ressaltou Maguito.

Os secretários municipais que participaram da reunião ponderaram que a localização atual do Complexo Prisional prejudica o desenvolvimento da cidade. “Aquela é uma região de desenvolvimento econômico e social, já temos muitos empreendimentos certos para lá, como a implantação do polo logístico e condomínio Alphaville. Portanto é muito importante que a descentralização ocorra, para não atrapalhar o desenvolvimento da cidade”, sublinhou o secretário de Planejamento, Afonso Boaventura.
Ainda durante a reunião, foi constituído um núcleo de trabalho liderado pelo secretário Afonso Boaventura e o superintendente executivo de Segurança Pública do Estado e da Administração Penitenciária e Justiça, Coronel Edson Costa Araújo. Os dois serão responsáveis por estudar uma solução inteligente para a transferência do semiaberto e do presídio feminino.







