O Movimento se tornou uma pedra no sapato da chamada bancada da bola na Camara dos Deputados e no Senado.
A mobilização do Bom Senso junto a imprensa e torcedores ganhou força e apoio.
Por um lado enxergo uma luta correta, já por outro o grupo de jogadores que foi apelidado pelo Deputado Jovair Arantes como “milionários” pisa feio na bola.
O discurso a respeito do fim dos Estaduais é uma aberração.
Somos um continente, diferente de Espanha, Alemanha e Inglaterra, uma outra realidade.
A extinção desse tipo de competição significaria o ponto final para vários clubes.
Seria o fim para várias rivalidades.
É preciso pensar em um calendário diferente, e as opções são várias, com praticamente todo mundo tendo uma opinião diferente.
Por exemplo: Por que não um Campeonato Brasileiro com 16 clubes?
Já seriam 8 datas a menos para o descanso dos jogadores, um dos principais pedidos do Bom Senso.
O lado mais positivo do Bom Senso é a questão da luta para que os clubes assumam responsabilidades.
Já que o Governo aceitou dividir a imensa dívida dos clubes, é preciso uma boa contrapartida.
Clube que atrasar a folha salarial, pagamento de impostos e o parcelamento de suas dividas tem que ser apenado com perda de pontos e na sequência com o rebaixamento de divisão.
Qualquer resolução diferente disso será uma vergonha.
E os dirigentes: não vão se unir para discutir um teto salarial.
Está claro que a realidade do nosso futebol é negra.
Os cartolas não tem vergonha, e gastam bem mais do que arrecadam.
Jogadores estão unidos… Já os clubes?








