Ontem (01/02), o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) demonstrou indignação por conta da execução de Kenji Goto, jornalista japonês, que foi decapitado no último sábado, pelo Estado Islâmico.

Composto por 15 membros, o Conselho condenou o assassinato, depois de o grupo jihadista ter anunciado a decapitação do jornalista de 47 anos, e exigiu a libertação imediata de todos os reféns do grupo Estado Islâmico.

O governo da Jordânia garantiu que vai fazer o possível para tentar salvar Maaz Al Kassasbeh, piloto da força aérea do seu país, que, após a queda do seu avião na Síria (em dezembro de 2014), foi capturado pelo Estado Islâmico e pode ser a próxima vítima do grupo de radicais. Os terroristas ameaçam executar o piloto, se Sajida al-Rishawi, uma jihadista iraquiana que está presa na Jordânia, não for libertada.