A promotora Leila Maria de Oliveira, do Ministério Público de Goiás (MP-GO), afirma que pode pedir o fim das gratuidades no transporte público da região Metropolitana de Goiânia até que o imbróglio sobre o reajuste das tarifas seja resolvido.
Segundo a promotora, o modelo de financiamento do transporte público é um dos grandes problemas. Ela defende que o Estado e as prefeituras paguem pelas gratuidades e não o usuário pagante, como acontece no atual formato.
Ouça a entrevista completa da promotora ao Jornal 730: {mp3}stories/2015/fevereiro/LEILA__19_02{/mp3}
“Se esta situação não for resolvida, eu vou pedir a suspensão das gratuidades até que se tenha uma solução”, revela a promotora.
A servidora pública conta que o acordo feito entre o Estado e algumas prefeituras da região Metropolitana não tem valor jurídico. Ela diz que na época queria que fosse assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), pois assim poderia acionar os gestores, mas eles não concordaram.
A promotora quer uma nova reunião entre o Estado, as prefeituras, as empresas e órgãos responsáveis pelo transporte público da região Metropolitana.
O valor da passagem do transporte coletivo foi reajustado de R$ 2,80 para R$ 3,30 na última sexta-feira (13). O novo valor começou a ser praticado na última segunda-feira (16).







