O Ministério Público, por meio da promotora de justiça Leila Maria de Oliveira, protocolou uma ação requerendo o afastamento do presidente do Detran-GO, João Furtado Neto, e a rescisão do contrato com a empresa de informática (Search) responsável pelo sistema de tecnologia do órgão.

Em relação ao pedido de afastamento, o presidente do Detran destacou que, para que ele deixe o órgão, será preciso ser provado a sua improbidade administrativa.  “Eu prefiro aguardar o trâmite da ação que foi proposta perante o poder judiciário. Agora, posso e devo, como gestor, dizer que a prorrogação foi legal. E quem garante isso é a Controladoria Geral do Estado. O processo segue regularmente e a promotora vai ter de provar a minha improbidade”.

Em relação ao cancelamento do contrato com a empresa de informática, o presidente do Detran destaca que, após uma auditoria feita pelo órgão, ficou definido que o mesmo, que termina nos próximos dias, não será renovado.

Outra empresa deve ser contratada para gerir o sistema informática. De acordo com presidente do órgão existe uma preocupação com a qualidade dos serviços realizados pelo Detran.

O presidente do Detran explicou o motivo da demora no atendimento aos motoristas que procuraram o órgão para realizarem os serviços de vistoria. “As pessoas estão procurando o Detran antes da mudança do serviço terceirizado porque esse serviço vai ser taxado. Então essa fila que está aqui é uma oportunidade de demanda”.

O contrato com empresa de informática termina no próximo dia 16 de março e não será renovado.

O Detran irá terceirizar os serviços de vistoria nos próximos dias. Sete lojas devem ser responsáveis pelo serviço. Cinco em Goiânia, uma em aparecida de Goiânia e uma em Anápolis. O condutor deverá pagar 117 reais pela vistoria.

*Com informações de Jerônimo Junio