A vitória por 2 a 0 sobre o Icasa, na última rodada do Campeonato Brasileiro da Série C, não foi boa para o Vila Nova apenas pelos três pontos conquistados na tabela. O time ganhou também um novo lar para a competição: o Onésio Brasileiro Alvarenga, o OBA. Foi a primeira vez que o time mandou uma partida da competição no estádio e a torcida, assim como os jogadores, aprovaram a realização do jogo no setor universitário.
Assim, a diretoria se animou com a possibilidade de continuar mandando jogos no “obambonera”, como foi apelido pelo técnico Márcio Fernandes e rapidamente aceito entre a torcida, e projeta outras melhorias para abrigar melhor torcedores e os clubes de futebol. O gramado voltou a ser tratado nessa terça-feira (09) e deve ser melhorado para os próximos confrontos. Os jogadores, principalmente do Vila, haviam elogiado as condições do campo.
De acordo com Altair Luiz, responsável técnico pela manutenção da grama no OBA, os trabalhos agora se voltam para amaciar a grama, já que a única reclamação foi que o campo estava um pouco duro. “Depois do jogo alguns jogadores falaram que a grama estava muito duro, é uma característica dessa que está plantada aqui, então vamos fazer outro tratamento para amaciar”, declara.
Além do campo, outra área do estádio deve passar por melhorias. Hoje com capacidade para 6.000 torcedores, a diretoria que ampliar esse número para abrigar 10.000 torcedores e, para isso, pensa em adicionar uma arquibancada metálica, porém fixa, na área próximas às cabines de transmissão.
A intenção é que tudo esteja pronto já para o próximo duelo do Vila Nova, que terá o Tigre como mandante. A partida será no dia 27 de junho, daqui a dois sábados, contra o América de Natal.












