Na tarde desta segunda-feira, o repórter Juliano Moreira compareceu à sede da Prefeitura de Aparecida para colher alguns depoimentos sobre o caso da área do novo CT de categorias de base do Atlético. O terreno no Setor Buriti Sereno hoje está avaliado em R$ 20 milhões. Um acordo entre a diretoria atleticana e a prefeitura aparecidense, possibilita que o Atlético venda parte da área. A CBF já se interessou na compra de parte do local, para a construção de um Centro de Treinamentos.
O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, falou sobre as decisões tomadas na reunião entre Atlético Goianiense e a Prefeitura de Aparecida: “Ficou definido o que nós já havíamos conversado. A prefeitura já assinou um acordo com o procurador, onde o Maurício Sampaio, presidente do Atlético, e o advogado do clube também concordaram. E vamos encaminhar ao poder judiciário para que possamos homologar esse apoio”.
Maguito deixou bem claro seu entusiasmo pela concretização das negociações com a CBF, Atlético Clube Goianiense e a Prefeitura de Aparecida: “É um acordo ganha-ganha. Todo mundo vai ganhar! Aparecida vai ganhar, o povo vai ganhar, o Atlético vai ganhar, todo mundo ganha”, lembra Maguito.
Se acontecer da CBF desistir do projeto, o prefeito aparecidense diz já ter um plano B para a área: “Se por um acaso a CBF desistir, pode ser feito uma universidade, um campo de golfe, hotéis, apartamentos, muito coisa pode ser feita. Mas a prioridade é da CBF! Pois nós estivemos lá, conversamos com o presidente e com alguns técnicos da CBF e eles interessam”, ressalta Maguito
O vice-presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Marcos Egídio, também esteve presente no evento e apresentou seu prognóstico para que os torcedores possam entender o que o Atlético pretende fazer com o dinheiro que irá entrar para os cofres, provenientes da venda de parte da área em Aparecida.
“O objetivo, se a área sair do Atlético, é ser adquirir uma outra área em um novo local. O Atlético não vai utilizar esse dinheiro (da venda da área) para pagar folha de pagamentos de atletas e usar dinheiro para comida. É para adquirir uma outra área nas mesmas condições que temos que fazer um outro CT em um novo local”, ressalta Egídio.
Confira a matéria completa que foi ao ar na edição desta segunda-feira, do programa Enquanto a Bola Não Rola:
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