A diretoria do Atlético tinha a expectativa de enfim voltar ao estádio Antônio Accioly na disputa do Goianão 2016. Porém, o atleticano terá que segurar a ansiedade por mais um tempo, já que contratempos surgiram em relação às obras de revitalização do estádio e agora ele deve ficar pronto apenas para a disputa do Brasileirão Série B, que começa em meados de maio.
À frente do projeto de reforma, o conselheiro e diretor das categorias de base do clube, professor Alcides, é quem faz a previsão. De acordo com ele, um imprevisto na estrutura fundamental do estádio vai demandar tempo a mais que o previsto. Ele explica:
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“Infelizmente teve uma viga da estrutura que foi comprometida e vai atrasar. Teremos que fazer outras injeções também, de cerca de 15 mil reais, o que vai demandar mais 10 dias à frente. Assim a primeira parte ficará pronta só no dia 15 de janeiro. Depois disso, vamos tocar com a intenção de prepará-lo para a Série B, esse é o nosso objetivo”.
Para alcançar a capacidade mínima necessária para se disputar uma segunda divisão do Campeonato Brasileiro, que é estabelecida em 12 mil torcedores, serão instalados tobogãs de arquibancadas, além das arquibancadas já fixas. Atualmente, a capacidade do estádio Antônio Accioly é de 4 mil lugares.
O estádio recentemente passou por várias melhorias e vem abrigando o reformulado time sub-20 do Dragão, que disputará a Copa São Paulo de Futebol Júnior com o técnico Júnior Pezão. Ainda nesse ano, professor Alcides já havia levado à diante a construção de alojamentos na área do estádio para abrigar os jovens da base e a recuperação total do gramado.
A diretoria não divulga o valor que já foi investido nessa revitalização inicial do Accioly, porém, estima-se que a totalidade das obras custarão 350 mil reais. A perspectiva de voltar a usar o estádio para mandar jogos da equipe profissional breca a ideia que surgiu recentemente de arrendar a área do estádio para a exploração de uma empresa e arrecandar um extra com esse aluguel.
A necessidade surgiu após o Atlético precisar aderir ao Profut, sistema de financiamento de dívidas fiscais com o governo federal, o que apertaria muito o orçamento do clube. Porém, com o interesse de voltar a jogar no Accioly, os conselheiros se comprometeram a buscar novas fontes de renda para auxiliar e amortizar a adesão do clube no programa de refinanciamento.











