O delegado adjunto da Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH), Alexandre Netto, acredita que o crime que tirou a vida de Diogo Ribeiro, de 29 anos, na manhã desta quarta-feira (9) em Goiânia, não se trata de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. 

O corretor de seguros foi morto a tiros por volta das 7h, quando chegava à casa da mãe, localizada na Rua A-20, no Setor Novo Horizonte, região sudoeste da capital. Dois suspeitos se aproximaram em uma moto e efetuaram vários disparos. 

Em entrevista ao repórter Jerônimo Júnio, da 730, o delegado relata que a vítima havia chegado em uma caminhonete e que, segundo testemunhas, teria oferecido a chave do veículo aos bandidos, por acreditar que se tratava de um assalto. 

“Ele foi abordado por dois homens em uma moto, e num primeiro momento, teria tentado entregar a chave da caminhonete, imaginando que talvez se tratasse de um roubo. Sendo assim, a gente trabalha primeiramente com a hipótese de homicídio”, afirma. 

Alexandre Netto acrescenta que não há como afirmar com precisão o que teria motivado o crime, mas não descarta a possibilidade de crime passional ou acerto de contas, e descreve qual será a linha de investigação utilizada pela polícia. “No momento ainda é muito precoce a gente fazer qualquer afirmação com relação à motivação do crime, mas as principais linhas são crime passional e algum crime com motivação financeira”, conclui.