Antes da paralisação para a Copa das Confederações, a promessa geral era de aproveitar o tempo para se recuperar, melhor preparar a equipe para o restante da temporada. Este discurso não foi diferente entre os jogadores do Atlético – quase trinta dias sob novo comando para tentar melhorar a última impressão deixada após a derrota para o Icasa-CE em pleno estádio Serra Dourada. O torcedor pode acompanhar o rascunho do time na tarde desta sábado, 29, no CCT do Urias Magalhães, em um jogo treino contra o CRAC. O produto final foi a vitória por 2 a 1. Juntar os fatores e fazer a soma que foi o grande desafio.
Márcio Bittencourt, Marcelo Pitol, Robston levantaram a real necessidade em se realizar jogos treinos durante a preparação. Sinceramente, se não fosse importante, jogadores, dirigentes e treinadores não utilizavam a falta de ritmo como justificativa para derrotas, falta de entrosamento ou baixo rendimento de um ou outro jogador. Cabe ao atleta entender que não há a menor necessidade de se dar um carrinho ou uma chegada mais dura num simples treino.
No jogo-treino de hoje, os atletas entenderam que era um “coletivo de luxo”. Sem entradas exageradas ou disputas vorazes pela bola. A preocupação era jogar bola e pelo que foi apresentado, achei bom que teremos um representante compacto e perigoso na Copa do Brasil e Série C e acho bom os rubronegros abrirem o olho…
Os comandados de Renê Simões começaram com Márcio, PH Martins, Artur, Edinei e Diego Giaretta; Dodó, Ernandes, Robston e João Paulo; Anselmo e Juninho. Mudanças táticas, mudanças de peças e os problemas de sempre: pouca armação de jogadas pelas laterais e poucos chutes a gol. No duelo entre os titulares, o CRAC venceu por 1 a 0.
Quando os reservas entraram em campo, o Atlético conseguiu a virada com Pipico e Ricardo Jesus em duas boas participações do meia Jorginho – o melhor em campo durante o tempo que esteve (uns 10 minutos talvez).
O CRAC manteve a base do time que vinha jogando nas últimas partidas da temporada. Mesmo com a saída de Hemerson Maria, o time manteve o mesmo padrão. O leão foi a campo com Aleks; Rodinei, Bruno Alves, Bem Hur e Rodrigo Crasso; Coquinho, William Amendoim, Washington e Jonathan; Pantico e Eber. Bom foi saber que o Marcelo Rocha é o técnico do time de Catalão. Uma pessoa agradável e bastante estudiosa. Ele foi o auxiliar técnico do Hélio dos Anjos nos últimos 11 anos. Boa sorte nesta nova etapa, Marcelo.







