A primeira é com a relação subvalorização de um terreno, próximo ao Paço, alienado para a concessionária de veículos Belcar. Segundo o parlamentar, o metro quadrado da área negociada para a empresa tinha valor três vezes menor que outra alienada um ano depois para outra concessionária de veículos.
“Se você comparar uma avaliação feita em 2008 de um ano depois, uma área idêntica com o valor três vezes maior. Se fosse aplicado esse valor na hora de fazer a negociação da primeira área, daria uma diferença para o município de R$ 3 millhões”, argumentou.
A segunda irregularidade apontada por Elias Vaz é referente ao procedimento de avaliação dos valores das áreas negociadas por meio de permuta entre prefeitura de Goiânia e a Belcar. “A comissão de avaliação pegou os valores mais baixos da região do Paço Municipal”, contestou.
As irregularidades apresentadas pelo vereador estão sendo analisadas na Comissão de Representação Sobre a Venda de Áreas Públicas na Capital.
O líder do prefeito na Casa, vereador Djalma Araújo (PT), afirma que vai esperar o relatório final da comissão para que a prefeitura tome as medidas necessárias para resolver as irregularidades e punir os responsáveis.
“Vamos esperar todo o trabalho da comissão, o relatório ainda não foi concluído e assim que ele for, se houver algo ilícito ou irregular, os culpados serão punidos. Mas não vamos fazer avaliação antecipada do cargo”, defendeu.









