Brigas de irmãos contra irmãos. Disputa por poder, por espaço e por status. No Onésio Brasileiro Alvarenga a vaidade fala mais alto e o clube corre o risco de ser deixado de lado.
Não é segredo para ninguém que existem dois lados dentro do Vila Nova.
Carlos Alberto Barros e Sizenando Ferro que administraram o clube nos últimos anos sempre tiveram suas atuações colocadas em dúvida por alguns conselheiros.
Sem o dinheiro dos dois dirigentes talvez o Vila Nova estivesse em um estado deprimente neste momento.
Por outro lado com todo o dinheiro aplicado por Barros e Ferro o time não conquistou nenhum título e amargou um rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro.
Um aspecto positivo neste período do Vila Nova foi a recuperação administrativo. Os salários pagos em dia, a ausência de calotes tão comuns na virada do século deixaram de existir.
Mesmo assim existe a desconfiança de alguns conselheiros.
Já o atual presidente Geso do Oliveira não é visto com bons olhos pelos atuais dirigentes do futebol.
Existe uma desconfiança… E esse sentimento provoca um racha na parte administrativa do clube.
Ninguém confia em ninguém.
Até o momento isso não atingiu o trabalho da comissão técnica e dos jogadores.
Isso é bom, mas fica a pergunta – Até quando? Não seria melhor um clima legal de cima para baixo.
Os dirigentes agindo e pensando com afinidade e sem intrigas.
O assunto suco é muito, mas muito pequeno para o tamanho e a importância do Vila Nova.








