O técnico Márcio Fernandes preferiu não criar euforia depois da goleada de 6×0 sobre o Vilaboense, na tarde deste sábado (16), no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), em Goiânia. O treinador manteve a serenidade característica e disse que o placar não é o mais importante, mas sim recuperar o ritmo de jogo para o início da temporada.
“É importante você fazer jogos-treino para que o ritmo também possa ser acelerado. A gente não visa muito o placar, é claro que o importante é sempre vencer, mas o mais importante é o ritmo que eles possam ganhar, eles poderem colocar tudo que vem sendo feito nos treinamentos. Uma pressão, marcação um pouquinho mais à frente, essas coisas que a gente observa”, aponta.
Embora alguns jogadores tenham sobressaído como o atacante Diego Cardoso, que entrou no lugar de um Wendell Lira e balançou as redes em duas oportunidades, Márcio Fernandes não nomeou nenhum destaque, e diz que ainda há muito a ser feito até a estreia contra o Goiás no próximo dia 31 de janeiro, pela primeira rodada do Goianão 2016.
“Eu prefiro não citar nomes. Estamos no início de trabalho, os jogadores tendem a crescer muito ainda. Nós temos que ter calma, nós temos que saber que teremos que ir quebrando algumas etapas para chegar nas nossas melhores condições. Isso vai depender muito mais dos jogadores do que dos treinamentos”, ressalta.
Sobre as modificações nas dimensões do gramado do Estádio Serra Dourada e a possibilidade de uma estreia no próprio OBA pelo estadual, o treinador afirma que os atletas terão que se acostumar com as novas medidas, já que o habitual era ter um campo maior. Pelo padrão FIFA, o tamanho do campo no Serra deverá passar dos atuais 110m x 75m para 105m x 68m.
“Eu estava habituado com o campo com dimensões maiores, os jogadores tinham um pouco mais de espaço para jogar. A preparação física é intensa, os jogadores marcam muito e quanto menos espaço tiver, menos condições de os jogadores mais habilidosos poderem sobressair. Então isso pode ser sentido, mas temos que se enquadrar, não tem outra alternativa”, acrescenta.











