Cristian, Frank, Cássio, Fernando, Gustavo Eugênio. Todos estes atletas já foram do Vila Nova, mas hoje atuam nas categorias de base de clubes do Eixo Rio-São Paulo. Revelados no Onésio Brasileiro Alvarenga, os atletas abandonaram o clube, sem que houvesse nenhuma compensação, na maioria das vezes, aliciados por empresários.

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O caso mais conhecido é o do lateral Cristian, convocado várias vezes para a seleção brasileira, o jogador abandonou o Vila Nova e foi para o Santos e o Tigre ainda busca algum ressarcimento. “A gente tem esperança , embora seja muito difícil. A lei é muito complicada”, reclama o supervisor das categorias de base, Josimar Marques.

O clube de médio porte não sabe mais como agir.

O clube de médio porte não sabe mais como agir. Com menos de 16 anos não pode assinar contrato profissional. Tem meninos de 14 ou 15 anos que se destacam e jogam o fino da bola e já são assediados”, desabafa o supervisor.

Josimar relata que o trabalho de garimpagem de valores para o Vila Nova é complicado. O clube realiza peneiradas principalmente no norte e nordeste, em estados como Tocantins, Maranhão e Pará. “Aí vem um clube do Sul ou Sudeste e age de má fé”, reclama.

“Caberia até uma intervenção da Federação Goiana junto às outras federações, para que isso não volte a acontecer”, reinvidica.