No quarto episódio da série Cidades Acessíveis, o debate mostra como a acessibilidade deve estar presente tanto nos espaços públicos quanto dentro de casa. Afinal, não basta garantir autonomia nas ruas se o lar continua cheio de barreiras.

O programa recebe a arquiteta Eliana Trevisan, especialista em design universal.

Por que prédios públicos precisam ser exemplo

A conversa destaca que órgãos como escolas, hospitais e repartições públicas têm obrigação legal e moral de garantir acessibilidade. Eliana observa esse aspecto nos projetos. “Quando um prédio público exclui, ele nega cidadania”, reforça.

Acessibilidade no lar: um desafio invisível

Já no ambiente doméstico, barreiras podem parecer pequenas, mas impactam a autonomia. Para Eliana Trevisan, soluções simples fazem diferença. “Pensar em design universal beneficia não só quem tem deficiência, mas toda a família”, afirma.

O custo da adaptação tardia

O episódio também aborda como adaptar depois custa mais caro e nem sempre resolve os problemas. “Quando a inclusão é prioridade no início, evitamos improvisos e economizamos recursos”, completa Eliana.

Este conteúdo está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas: ODS 10 – Redução das Desigualdades.