Foto: Agência Brasil
O presidente licenciado da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, passou por audiência de custódia na tarde desta sexta-feira (28), na sede da Polícia Federal em Goiânia. O gestor foi um dos cinco presos na Operação Cash Delivery, que investiga supostos esquemas de propina de agentes públicos no estado.
Em depoimento, Rincón disse que foi preso em casa em Goiânia, por volta de 8h da manhã. O presidente da Agetop afirmou ainda que enviou todos os atos frente ao órgão aos órgãos de controle, e que está à disposição para quaisquer esclarecimentos.
Na audiência de custódia, Rincón respondeu a todos os questionamentos dos investigadores. A defesa do gestor pediu a revogação da prisão, que será analisado nas próximas horas.
Motoristas
Outros dois presos que foram ouvidos na tarde de hoje (28) foram os motoristas Pablo Rogério Oliveira, Márcio Garcia de Moura. Na casa deste último, que também é policial militar, foram encontrados R$ 940.260,00 em notas de 50 e 100 em caixas de papelão.
Segundo o Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO), indícios apontam que o ex-governador e candidato ao Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), seria o chefe do grupo. As suspeitas foram levantadas após acordo de delação premiada com executivos da empreiteira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato. De acordo com as investigações, a propina, cerca de R$ 12 milhões, seria proveniente da empresa.
Com informações do repórter Samuel Straioto, que acompanhou as audiências de custódia na sede da PF













