Realmente eu esperava um time sem medo neste jogo contra o Botafogo. De fato, medo os jogadores não tiveram. Foram bastante eficientes na marcação. Mas ainda cometem deslizes de time de Série B e equipes que estão na ponta de cima da tabela não perdem as oportunidades como no cochilo do primeiro gol e nesta insistência em parar no lance para pedir falta como no segundo gol.
Pena que a reação veio tardia. E veio justamente no momento em que Juninho passou a participar mais do jogo. Passou a partir para cima dos adversários, tanto que fez uma bela jogada no primeiro gol e deu assistência para o chute forte de Robston.
Daniel Marques falou uma coisa importante. O ponto positivo deste jogo é que o time demonstrou que está vivo, mesmo pagando por falhas infantis. Agora uma coisa Renê Simões precisa melhor urgente: a bola aérea atleticana. Eu já tinha dito ao longo da programação, o Atlético é o time que menos fez gols de cabeça (só ontem o Agenor perdeu duas ótimas oportunidades) e é um dos times que mais sofreu gols neste quesito ao lado de Vitória e Santos. De quebra, o Botafogo segue fazendo muitos gols no fim de cada etapa.
O time volta aos trabalhos hoje a tarde. A formação do segundo tempo agradou o técnico Renê Simões e diretoria. Renatinho tem grandes chances de ser improvisado no setor esquerdo e Elias voltar a atuar como titular no meio-de-campo. Dúvida para os treinamentos fica entre Gilson e Welton Felipe na defesa e Josiel e Marcão no ataque.
ARBITRAGEM
Sinceramente foi a pior apresentação de Heber Roberto Lopes. Inverteu escanteios, laterais, faltas. Minou o Atlético durante boa parte do jogo, depois que o Botafogo fez 3 a 0 passou a dar faltas que não aconteciam a favor do Atlético. Eu tenho minhas dúvidas quanto ao lance do Daniel Marques no primeiro tempo. Eu estava distante, mas tive a impressão de pênalti. Em contrapartida, um escândalo a penalidade que ele marcou a favor do Botafogo.
Maurício Sampaio, vice-presidente atleticano, não aceitou muito bem três jogadores do Atlético receberem o terceiro cartões amarelos por faltas que ele não considerou para receber a advertência. E ainda lembrou que Heber tirou Robston e Elias do segundo jogo da semifinal pela Copa do Brasil da mesma forma. O vice-presidente garantiu que juntamente com Valdivino de Oliveira, vão a CBF para conversar com o Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem. Assim como foi feito pela diretoria do Atlético-MG que agiu contra a atuação de Evandro Rogério Roman, o clube goiano vetará a escala de Heber Roberto nos jogos até o fim desta temporada. Confira a entrevista:
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Esta é a hora da Federação Goiana de Futebol começar a trabalhar para ajudar o Atlético. Pelas declarações de Rafael Moura e demais jogadores, o Goiás jogou a toalha após a derrota para o Grêmio. A FGF vai deixar o nosso estado ficar sem nenhum representante na principal divisão do futebol brasileiro?










